A estudante Bárbara Ferrarezi, de 18 anos, está radiante. O esforço que fez no ano passado, alternando os estudos e o trabalho na banca de doces da mãe, em Campinas, no interior de São Paulo, deu resultado. Ela foi aprovada no curso de medicina por quatro instituições públicas: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Faculdade de Medicina de Marília (Famema). “A sensação é de missão cumprida. Estou muito feliz porque sempre quis ser médica”, conta Bárbara, que já fez sua escolha: vai estudar na Unicamp. “É a melhor alternativa porque não preciso mudar de cidade, além de ser uma excelente universidade”, diz. Um talento e tanto que precisa ser lapidado e e melhor aproveitado pelo país, antes que alguma universidade estrangeira o faça.