Bossa nos anos 1950, a canjiquinha voltou com tudo nesta década. Esse revestimento de parede é empregado, principalmente, para definir volumes nas fachadas das casas ou dos prédios e como elemento decorativo nos interiores
O ponto alto deste apartamento é a escada com degraus suspensos, criada por Zize Zink. Ela é toda revestida de mármore travertino romano bruto. Atrás, a parede canjiquinha
O caule curvilíneo do bambu-mossô se sobressai à frente da parede de canjiquinha na área externa da casa. A espécie foi plantada sobre um tapete de grama preta.
O prazer de desfrutar um espaço aconchegante norteou o projeto. Assim, as paredes ganharam revestimento de madeira de demolição em formato de canjiquinhas
O entorno da banheira deste banheiro foi revestido de mármore branco Piguês e as paredes receberam canjiquinha de pedra mineira
No living, um painel de peroba de demolição reveste a parede de fundo. Ali, embutem-se a lareira com canjiquinha, de tijolo refratário, e os nichos de laca preta com acabamento alto brilho
Só de olhar já dá vontade de tomar um banho neste banheiro com as paredes do boxe revestidas de canjiquinha de pedras São Tomé. Normalmente usado em áreas externas, o acabamento também funciona bem em ambientes internos molhados
Esta sala tem parede revestida por canjiquinha de pedras mineiras. Um charme a mais no ambiente!
A luz entra pelo pergolado com vidro e banha a parede revestida com canjiquinha de pedras São Tomé, na fundo do living, onde fica o jardim de inverno
Este estilo de parede também funciona para a decoração de paredes de quartos